Boa parte das crianças já ouviu esta expressão, geralmente em situações onde elas pedem mais do que os pais podem oferecer, em termos financeiros. A negativa é saudável e necessária para conscientizar as crianças sobre a importância do dinheiro e do uso correto do crédito.
Na infância deve ser iniciada a educação financeira, garantindo aos filhos o aprendizado da administração do dinheiro e os benefícios que esta prática traz, principalmente na vida adulta. Antes de começar a ensinar, os pais devem escolher a melhor maneira (metodologia) de educar financeiramente as crianças. Um único método facilitará o entendimento e o aprendizado, sem confundir os pequenos.
A partir de então, os pais devem explicar o tema aos filhos no contexto deles, considerando que são crianças. Isto ajudará a compreensão e despertará interesse sobre o assunto. O dinheiro deve ser dado aos finais de semana, e o primeiro montante deverá ser acompanhado de um cofrinho, o que ajudará seu filho a compreender o significado de poupar.
A educação financeira também deve ensinar as crianças sobre suas prioridades. Afinal, não se pode ter tudo ao mesmo tempo. Muitas coisas demoram até serem conquistadas. Por isso, se ela ansiar por um tênis ao passear no shopping, por exemplo, faça com que ela reflita em comprar o que está desejando naquele momento ou economizar o dinheiro para adquirir o vídeo game que ela tanto almeja ter.
Lembre-se: o exemplo é um importante aliado na educação financeira. E os pais são professores por meio das próprias práticas. É importante que eles tenham atitudes que condigam com o que estão ensinando. E nunca remunere os pequenos por cumprir tarefas domésticas ou escolares. Adquirir conhecimento ou ajudar a família jamais deve resultar em recompensa financeira.
Desta forma, ao invés de afirmar que “dinheiro não dá em árvore”, sente e converse com o seu filho sobre o assunto, ensine e mostre exemplos para que ele entenda o valor do dinheiro. No futuro, ele lhe agradecerá.
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