- A partir dos 3 anos. Apresentar o dinheiro. Mostre as diferenças entre as moedas e deixe a criança usá-las para “pagar” o picolé, por exemplo. O gesto simboliza a troca de mercadoria por dinheiro e isso já começa a fazê-los entender que as coisas dos adultos são compradas e não tomadas um do outro, como os brinquedos entre amigos da idade deles. (Claro, que isso tudo depois de ensinar que moedas não se engolem e que notas não são papel pra rasgar!).
- A partir dos 5 anos. Ensinar a gastar. A criança já sabe a sequência numérica e, de tanto ouvir, que 2+2 é igual a 4, então leve essas contas para a vida prática. Um pastel na feira custa R$3 e você vai pagar com uma nota de R$ 5; 5 é maior que 3, certo? Então, vai ter um troco para levar para casa. Assim, com esses pequenos exemplos, a criança vai aprendendo sobre transações.
- A partir dos 7 anos. Estimular a poupar. Você já pode estipular um valor para os extras da criança, como as figurinhas de um álbum. Como eles sempre querem comprar vários pacotes além do combinado, então, você estabelece uma cota semanal e o que extrapolar, será negociado e tirado de outras extras deles. O que importa aqui é o entendimento de que para comprar o que se quer é preciso guardar dinheiro para esse fim.
- A partir dos 9 anos. Negociar. Esta criança já tem condições de administrar pequenas quantidades de dinheiro, como a verba da cantina da escola ou até mesmo uma pequena mesada –– uma ferramenta ótima para noção de valores, responsabilidade com dinheiro e poupança. Ela quer muito a camiseta de grife e não pode esperar até o aniversário? Então, que tal pagar uma parte para você, em forma de prestação descontada da mesada? É um jeito educativo de fazer a criança refletir sobre o que é ser um consumidor.

- A partir dos 11 anos. Deixar por conta dele. Parece um passo muiiiiiito grande. E é, mas é muito importante também. Dar dinheiro de verdade na mão de um filho para que ele compre o lanche, pague o ônibus, vá ao cinema e administre seus gastos pessoais é uma atitude definitiva para a educação financeira. Claro que com controle e orientação, mas de forma que ele possa escolher onde economizar e gastar. Se você se sentir insegura pra deixar dinheiro vivo na mão dele, saiba que há uma modalidade de cartão pré-pago, carregado no banco por você, com senha própria e que pode ser bloqueado em caso de perda ou roubo.
P.S.: mães e pais que me leem, esse assunto é grande demais e polêmico demais para um post, sabemos. Portanto, se curtiram falar de educação financeira, mandem seus comentários com sugestões de mais temas
Fonte :
http://estilo.br.msn.com/demaepramae/blog/adriana-teixeira/post.aspx?post=c19919cb-2ea9-492d-87e1-2a71cdea9366
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